A primeira Rock-ópera merece pelo menos algumas linhas minhas. Pete Townshed, o criador do ato "quebrando a guitarra do palco", modificou a história de um repórter fanático por pinball um pouco e criou a história de um garoto que ficou cego, surdo e mudo e ainda sim conseguiu ganhar um campeonato de pinball, e, incrivelmente, recuperar visão, fala e audição. Uma história que te comoverá, o fará rir, o fará chorar, o farar dançar, o farar cantar e você não acreditará que um banda composta por um baterista que era doidão (uma preripécia dele: despejar o conteúdo de uma lata de sopa num saco de vômito, fingir vomitar lá e beber o própio vômito), um baixista que deu liberdade aos ditos-cujos, um guitarrista destrutivo e um vocalista que achava que o suporte do microfone era um protótipo de helicóptero. Coisa de doido, quer dizer, coisa de Keith Moon (me desculpe, Keith)!quarta-feira, 6 de abril de 2011
Tommy, The Who
A primeira Rock-ópera merece pelo menos algumas linhas minhas. Pete Townshed, o criador do ato "quebrando a guitarra do palco", modificou a história de um repórter fanático por pinball um pouco e criou a história de um garoto que ficou cego, surdo e mudo e ainda sim conseguiu ganhar um campeonato de pinball, e, incrivelmente, recuperar visão, fala e audição. Uma história que te comoverá, o fará rir, o fará chorar, o farar dançar, o farar cantar e você não acreditará que um banda composta por um baterista que era doidão (uma preripécia dele: despejar o conteúdo de uma lata de sopa num saco de vômito, fingir vomitar lá e beber o própio vômito), um baixista que deu liberdade aos ditos-cujos, um guitarrista destrutivo e um vocalista que achava que o suporte do microfone era um protótipo de helicóptero. Coisa de doido, quer dizer, coisa de Keith Moon (me desculpe, Keith)!
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