sábado, 30 de abril de 2011

Relato de um guerrerilho

Há um tempo, eu estou me interessando pela segunda guerra mundial. E fiz este conto.
1944. Normandia, França. Três mil pés de altura. Eu, Sargento Winterbottom, estava a uma altura gigantesca. Minha espinha gelou.
                “Está pronta!” gritou o General Zachary.
                Meu paraquedas aqueceu minhas costas, mas eu sentia um frio na barriga. A porta, finalmente aberta, criava um vento que levava uma série de lançamento de pedras no meu nariz. Sentia vontade de espirrar.
                A luz verde apareceu. Pulei. Meu pé prendeu em duas cordas, virei de ponta-cabeça, tentei me arrumar, e acabei me jogando para perto de um bombardeiro.
                “Aaahhh!” gritei. Mas estava tão perto da turbina, que ninguém me ouviu. Jogando-me para o meio do avião, me solto do paraquedas e entro no bombardeiro.
                O piloto pulou e então eu vi uma chama na lateral. Desliguei a boa e liguei a em chamas. Dentro duma corrente de ar, o avião não queimaria. Aos dez mil pés, eu sentia que morreria se não virasse o avião em exatos 67 graus. Pulei do avião e mergulhei nove mil pés o avião explodiu. Cai no barco que estava entrando num rio. Resgataram-me. Por pouco não morri.

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